domingo, 27 de septiembre de 2015

Por este río acima



Deixando para  trás a côncova  funda casa do fumo.....
leve como ar a terra a navegar  meu bem .....

viernes, 25 de septiembre de 2015

STAY. Rhianna

                                          é bonito deitarse escoitando  e  unha canción tan linda.
                                 
                                                 Boa noite  e até a rompida do día.

Ana de amsterdam uma mestra.


 Faz ja para cinco ano nos que  é  um prazer que pratico a diario, ou quase que a diario lêr os posts de Ana Casia Rebelo no seu blog Ana de Amsterdam.  Publica un  post mais ou menos  cada dois ou tres días. A sua escrita é maravilhosa, linda, redonda, agil,rapida, íntima, por vezes desgarrada e directa, sempre transgredindo a vida aborrecida.  Da enveja e ánimos para escrever. 


Aquí como homenagem a ela colo iste post muito antigo  do que tanto gostei e gosto.

 Obrigado Ana . 

Air Pegasus


O juiz gosta de passear pelo bairro. Caminha devagar, não pondo na sua passada qualquer aceleração ou intuito saudável. Não pretende definir o seu corpo, torná-lo mais resistente, mais forte. Gosta de caminhar. Apenas isso. Nessas caminhadas, cruza-se muitas vezes com uma mulher. A mulher passa por si sempre a correr, vestida de licra negra, levíssima, ténis com amortecedores, o cabelo preso num rabo-de-cavalo. Corre depressa e deixa um cheiro característico. Não é bom nem mau. É apenas o seu cheiro. O juiz olha-a. Um dia, a mulher levanta os olhos do chão. Também ela o observa. O juiz passa a desejá-la. Esse desejo consome-o, deixa-lhe o corpo dormente. Lembra-se constantemente dela, durante as audiências de julgamento, nas filas de trânsito, pela noite fora. Quanto mais pensa na mulher, mais se convence de que a não pode ter. Há entre eles um fosso intransponível. Ele caminha devagar. Ela passa sempre a correr. Essa discrepância parece-lhe insuperável. Uma mulher que corre não quer um homem que caminha.

Está quase a habituar-se à ideia de perder aquela mulher - é perito em perder o que nunca foi seu -, quando, certo noite, se cruza novamente com ela. A princípio, não a reconhece. Traz o cabelo solto, veste calças de ganga, calça umas sabrinas de cabedal. Caminha. O juiz percebe que ainda vem trôpega, como um vitelo acabado de nascer, as pernas bambas habituam-se ao peso de um corpo que se movimenta devagar. Em breve, caminhará como ele. Nessa noite, o juiz não consegue dormir. Qualquer coisa que o atormenta. No dia seguinte, mal sai do tribunal, compra uns ténis de corrida com nome de cavalo alado, uma camisola sem mangas, uns calções justos com forro térmico. Volta a cruzar-se com a mulher nos dias seguintes. Ela caminha. Cada vez mais segura. Ele corre. Cada vez mais depressa. As suas passadas continuam a ser incompatíveis. Uma mulher que caminha não quer um homem que corre. 

miércoles, 23 de septiembre de 2015

Españoles de origen y su nacionalidad española

     Al hilo de la entrevista del  presidente del Gobierno al periodista de Onda Cero, Carlos Alsina, las redes sociales se hicieron eco de las respuestas y preguntas de dicha entrevista  y se ha hecho destaque, risa, brincadeira de las respuestas de nuestro timonel.
 

jueves, 17 de septiembre de 2015

Hoy quiero confesarme

Que mejor forma de empezar un blog que haciendo una manifestación de confesión. 
Que é se não um blog pessoal, um confessionario. Um Lugar onde o padre se assenta para ouvir os penitentes em confissão. 

Xa todo estaba inventado. 
I confess

     

                 Quien no quiso un día decir y confesar  pa desmentir los rumores de aquella esquina.
                            Ella lo dice de una forma maravillosa.  Isabel Pantoja.