domingo, 29 de enero de 2017

Discurso Meryl Streep - Golden Globes 2017 .

     Este video com o discurso de  Meryl Streep, já é conhecido, percorreu as televisões e fundamentalmente as redes sociais. Não vem aquí hoje por novidade, pois não é, senão  além de  pequeno homenaje a actriz,  para  deixar pegada no blog de uma magnifica peça de oratoria ou  de  como fazer um discurso con  a justa emotividade, o ritmo, a forma de transmitir  algo que semelha  singelo embora leva uma carga de profundidade e de denúncia que impressiona. 
      Os cidadans da infanteria de rua achamos por vezes que para pessoas famosas ou conhecidas e fácilimo dizer, denunciar, ir em contra do poder. Sim é lógicamente mais fácil para eles enfrentar-se a certos poderes, porque eles tenhem em si poder, tanto económico como social  aliás  a vida resolta. Sim, concordo,  até ahí bom. Embora não é tão fácil, porque todo o mundo tem algo ou muito que perder. É mais fácil ficar detrás no segundo plano, esperar por ver como vai andar um rumo das coisas. Olhar e ver. O enfrentamento a um Trump  qualquera numca traz lucros mas bem vai traer desgostos e contrariedade. 
         Seja como for ou como  cada quem quisser interpretar estas coisas, para todos fica claro que a forma do discurso  é uma peça digna de ressaltar. Administra o tempo, o sentimento, ganha a atenção do auditorio, da carinho para todos, cria uma atmosfera de doçura e ternura e entre tudo lança um mensagem salvage de denuncia e de optimismo para enfrentar-se a um novo jeito regressivo  de ver a vida. 



E se CHARLES DE GAULLE levanta-se a cabeça que diria : Já o dizia eu.



Trump, ante May: “El ‘Brexit’ será una maravilla para Reino Unido”








       Quando foi creada a comunidade do carbão e o aceiro,nos anos 50 como adianto do que hoje é a União Europeia, foram seis os países fundadores. O Reino Unido chegaria a ser membro no 1973 , com a primeira ampliação  de tres parceiros mais, então ja não serão seis os países, estamos na Europa dos nove, naquela altura chamada Comunidade Económica Europeia.   
          De  Gaulle,  era o  Presidente  da França  perante a  Quinta República, na  altura em que  os seis chegaram a dar os primeiros pasos na Comunidade Económica Europeia. Foi dos homes de Estado que esteve relacionado  e impulsou  o novo proxecto, que tinha além do fim económico dos tratados a filosofía dos principios de juntar os vínculos dos países europeios para evitarmos assim a repetição da recente guerra Mundial. De Gaulle nessa altura chegou a dizer  sempre que  ele  opunha-se a que  o Reino Unido  pudesse  ser membro daquel proxecto, em contra dos que defendían que Europa sería de verdade Europa  com o Reino Unido ou do contrario sería outra coisa. Pela contra insistía  em que a Europa que debía nacer devía ser deixando fora a Inglaterra, porque este Estado não tem o sentimento precisso para  partilhar um projecto europeio alías  nunca  tería a lealdade necessaria  com o novo ente, a CEE,  que començava a criar-se.
     A historia recente, sem  querer ser maçados dando dados  é bem clarinha o respeito e as palavras de DE GAULLE tiveram e tenhem uma vigência digna de profecia  bíblica. 
      Europa, a UE,  hoje é a quarta parte do PIB mundial, é uma potencia económica e de influência no mundo, ainda que não se podesse chegar a levar adiante  a PESC e houve retrocessos no avanço político e económico acrescentados pela crise económica e monetaria. E mais que um clube que  bem levado produz muitos interesses favoraveis para os seus membros e o mais importante os cidadãos que nela vivem. 

      Inglaterra com respeito a Europa andou sempre indo e vindo, nunca esteve comoda e sempre quis estar porque é bom para eles e para o resto a união mas o mesmo tempo a cesão de soberania  por parte de um pais que ainda espera que chegue de novo o momento de ser outra vez a grande potencia  militar e económica de influência no mundo. 
  
       Estados Unidos não gosta do potencial económico e da União Europeia. Estados Unidos fez sempre o posível para impedir  o progreso de Europa como Ente político Internacional com uma soa voz e ação conjunta. Estados Unidos cinguindo-se a este  roteiro teve no Reino Unido ou seu delegado para ações perturbadoras na UE. Sempre  em contra da união militar e de politica exterior, Inglaterra olhou sempre ou foi a peder conselho a casa  do seu parceiro se senhor para tomar decisões.   A ameaça constante da fugida, as exigências de Margaret Thacher noutra altura etc.       
      
        Só recordemos que na invasão do  Irak, Europa,  excepto o Reino  Unido e Espanha, por circunstàncias  estranas e especiais,  não dao seu apoio a guerra. Europa ficou dividida em parte por mor do Reino Unido. 
            O caso simpático é que vai-se da Europa, por um referendum que moitos ponhem em causa e que a   muita gente qualificada  não partilha.   Da que pensar  esta presa do Trump por  meter o fucinho  no assunto e  empurrar e fornecer a Inglaterra para dar fim a União Europeia. 

         Agora  depois do desastre do Brexit, a primeira autoridade mundial que receve TRUMP é a Teresa May, para dizer-lhe, que o Brexit é o melhor que lhe pode passar a Inglaterra. Aliás fica  esclarecido a quem beneficia o Brexit, pois é, os  Estados Unidos e concretamente a alguns parceiros americanos mais que outros. 
             Quanta asneira junta. 

         DE GAULLE PODIA DIZER COM ORGULHO, JA O DIZIA EU. 


         

jueves, 26 de enero de 2017

Tirar de la manta.





Esta expresión tan  de la calle  que ha cuajado en el  argot español, no precisa mucha explicación. Todos los aplicamos  a supuestos  en los que un  individuo o varios acosados o investigados por la justicia amenazan, chantajean, o  se supone que  hacen temer a la corporación, institución, grupo de influencia o delincuencia del  que proceden. Que   si cuentan todo lo que saben el perjuicio que ocasionarian a  sus correlegionarios  o  personas que  ni la justicia  ni la policía  tienen   cuestionadas todavía y que de escuchar las acusaciones del que tire de lamanta  podían sufrir quebranto  o  pasar de presuntos delincuentes  a grandes delincuentes.  
    Para el imaginario popular es una  especie de defensa y deseo de que se haga justicia o se sepa todo lo que de otra forma nunca  se sabría. Es como la última esperanza del deseo de venganza social  y de forma simple de  que los malos sufran el terrible castigo que se merecen. Muchas veces se utiliza como deseo  de que ojala alguien tirase de la manta , sin que haya base para ello, auqnue la mayoría de las veces ese deseo imaginario parte de  la intuición popular. Esta intuición  no falla y sabe que  la única forma , de verdad,  que se  llegue a hacer  justicia  o venganza  es gracias al despechado, al que como se dice le toca pagar el marrón y que si quiere tira de la manta y deja al desnudo y al frío lo que el pueblo quiere saber, los autores y el cuanto  y como del delito.  El mejor fiscal del mundo es aquel que ya abandonado a su suerte siente la soledad y el abandono de los suyos que escondidos  entre la tinieblas desean que el  o quien sea pague por todos y que con la manta en la mano puede desvelar los grandes secretos. Por eso decimos que como fulano tire de la manta, se puede montar la del pulpo, como así se dice. ( Aunque no sé muy bien que fue lo que montó el  pulpo). 
  Esta Expresión, o dicho, de tirar de la manta,   la hemos aplicado a muchos casos más o menos famosos  sirva para recordar el   caso Roldán, hoy el caso Bárcenas, o  la Gurtel, etc.  y la aplicamos muy a diario como ya hemos dicho, pues el campo esta bien abonado en ese sentido para que haya muchos manteros. 
     Ahora bien el saber popular sin saberlo no siempre  inventa como creemos, sino que casi siempre  transmite algo que viene  a lo mejor de siglos, algún  hecho popular o  colectivo que con el paso de los años se pierde su origen y muta en la finalidad para que fue aplicado pero quedo ahí asentado en el imaginario colectivo popular que buscando la simpleza y rapidez transforma lo que precisaría una larga explicación o sermón en frase o dicho que todos reconocen en su significado pleno. 

       ¿ Pero porque  los españoles decimos esta  expresión y que origen tiene?
      Pues  para la respuesta debemos darnos un paseito por la Edad Media, de la que tanto gustamos, y que tanto nos aporta y que por cierto aveces es tan desconocida y maltratada, pero eso para otro día. Digo que vámonos allá por el XV-XVI de nuestros famosos reyes Católicos, los Monta-tanto, Isabel y Fernando. Época la suya, bien intensa, cruel en mucho, miserable moralmente en bastante y que asentó mucho o comenzó a crear el estado moderno actual, que no todavía la nación,  en lo que hoy llamamos  España, y de la cual  los habitantes de la época aún no tenían conciencia , aunque algunos haciendo historia ficción nos quieran demostrar que no era así. 
     
        Bueno pero como de lo que se trata es de aterrizar en el origen de la expresión caigamos en la época  y pensemos. Los reinos cristianos peninsulares , en este caso coaligados Castilla-Aragon, aparte Portugal, Navarra, tenían un montón de judios que llevaban aquí ya mil quinientos años. Había muchos y eran muy influyentes. Vamos que Fernandito el  Tanto-monta marido, era hija de judía y los grandes influyentes en la corte y los detentadores del dinero y las finanzas eran judíos. Estos han sido los que han financiado la guerra de Granada  por recordar algo. 
      Conviene recordar que Isabel era Trástamara y que su origen Enrique de Trástamara en la guerra Civil contra Pedro I ( que han llamado el cruel) utiliza el antisemitismo como un arma contra el legítimo rey y le acusa de favorecer a los judíos. De aquellos polvos vamos llegando a estos lodos. 
Bueno que en el 1391 hay una gran matanza de judíos en Toledo al grito de Viva el Rey Enrique. ¿ Que hacen los judíos? unos escapan, otros mueren y los más se bautizan o convierten. 
      Los judíos que estaban muy preparados para las mejores profesiones, tenían dinero y posibles al convertirse se convierten en ciudadanos normales, salen de las sinagogas y sus descendientes ocupan los puestos más importantes de la banca, la administración y la política y hasta en las sedes episcopales. Cuando repasamos los orígenes de los prohombres de este período casi todos tienen antecedentes judíos, así es la historia. Es que mientras entre los católicos quedaban bien el ser analfabetos  con tal de escuchar la biblia, los  hijos de lo judíos estudiaban y mientras la Iglesia predicaba en contra del préstamo y las finanzas y consideraba el trabajo como una maldición divina la ideología judía  valoraba el trabajo y  no tenía problemas de conciencia con el préstamo que los católicos llamaban usura. 
      Estos nuevos ciudadanos de origen judío serán llamados "Marranos". Los judíos que no se convierten reciben medidas muy duras contra ellos. Y los marranos son mirados con recelo  por los cristianos de siempre y se hace la distinción entre Cristiano viejo, o sea cristiano de tradición para distinguirse de los nuevos conversos que se considera que  son cristianos por  interés, y así es en realidad ya que la gran mayoría llevaba una doble vida religiosa y moral y seguían con su influencia social. Pero como la envidia es muy mala y muy española, cada uno aprovecha lo que puede y se crea el conflicto social  y se ensalzan costumbres donde se exteriorice por ejemplo el comer cerdo, de ahí viene el sentido festivo y de reunión que tiene en nuestra cultura la matanza, se hacen procesiones, autos de fe, se mira la comida de los nuevos conversos. Total que en los dos reinos más o menos igual, peor en Castilla, se les vigila y  no se fían de su conversión, para lo cual las Iglesias hacen una lista de los nuevos conversos y la escriben en la puertas y LA TAPAN CON UNA MANTA  y los cristianos viejos amenazan continuamente CON TIRAR DE LA MANTA, o sea de mirar la lista para ver que fulanito o menganito no es un cristiano viejo, o sea es un marrano,  es decir un converso del que uno no puede fiarse. Y que podían llegar a sufrir el acoso de la Santa Inquisición que se creó especialmente para vigilar a esta gente, mira que tenían  importancia. 
      
        Esto  dicen que es el origen de la cuestión y parece bien interesante y nos sirve para dar este pequeño tour por la época  acercándonos al 1492, donde se conquista Granada, se descubre América y se expulsa a los judios, vaya añito. Efectivamente la cuestión de los judios   venía de atrás y fue  increscendo como bien sabemos y dió mucho  y aún  da que decir. Hasta  que el Vaticano  nombró un inquisidor general para Castilla, el señor Torquemada, y ya en el añito de 1492 cuando   los Tanto-monta cometen el error de expulsar a todos los judios que quedaban, o sean los sefardistas distribuidos por  Turquía, Magreb. Eso si no olvidemos que no era solo  ideológico y religioso el asco que daban los marranos. Esa era la disculpa para algo más terrenal como era el tema económico. Las arcas estaban vacías y los judios que habían prestado tanto dinero tenían por así decir la sartén por el mango y que mejor que montar una nube ideológico-religioso, eliminarlos apoderarse de sus posesiones y no pagarles un duro de lo que se les debía. Esto me suena de otras épocas posteriores de la historia. Realmente es todo mucho más prosáico, a lo mejor tiene razón Marx cuando dice que las causas de todas las guerras, son causas económicas y por el poder económico.  ¿ Porque pensar que esta época eran tan caballerosos que sus guerras eran por defender el honor de la hostia consagrada o del niño Jesús?. No olvidemos que Torquemada inicio su gran campaña de represión con la invención del niño de la Guardia o algo así como la leyenda de que los judios en secreto realizaban un rito de sacrificar un niño cristiano  todos los años en sus sinagogas. Eso se divulgó entre el pueblo  y se hizo de la fe la espoleta que tirase  a la destrucción de las juderías que se hizo en toda la península. 
        Cuanto enseña y se repite en la historia, aunque al pensar así no se si eso será considerado historicismo y condenado por algunos. 
      
         Sobre este tema continuaremos con un próximo post, que este ya se nos alarga un poco, porque el tema da para contar. 

            Aquí queda un ejemplo de lo que sería tirar de la manta, que dice el periodista Ernesto Elkaizer sobre Bárcenas, un arquetipo de posible tirador de manta, si es que le interesa. Porque para tirar de la manta es necesario que tengas mucho frío.
       


SI BARCENAS TIRA DE LA MANTA ...... 



miércoles, 11 de enero de 2017

e quando um dia, numa hora por ti não esperada, os filhos dos nossos filhos por mim perguntarem, levanta os braços, abraça o céu e diz -lhes que estou por aí



   Rapinado do blog Tempo contado. ( Rentes de Carvalho)
"...e quando um dia, numa hora por ti não esperada, os filhos dos nossos filhos por mim perguntarem, levanta os braços, abraça o céu e diz -lhes que estou por aí. No azul das fragas, no cinzento das pedras, no verde das ervas onde o milagre  da criação perpetua a vida, e o tempo do nunca corre na eternidade de todos os tempos. Que as tuas lágrimas não ensombrem seus olhos de meninos. Que o tremor da tua voz não lhes cale os hinos ao futuro de todas as esperanças, ao contentamento de todas as conquistas. Ergue a cabeça e junta à deles a tua e a minha voz.
Com eles celebra a vida. O cântico das marés, o brotar do dia nas cumeeiras das serras, o abrir de asas dos milhafres em voos rasantes aos campos de milho, os gritinhos vermelhos das papoilas nas searas ébrias de sol.
Conta-lhes como eu, filha dos montes, altos montes, atrás dos montes concebida e gerada,  deixei meus pés aí lançarem raízes e nas mãos tomei a lonjura de outras terras, de outras gentes.
Não lhes fales agora da minha dor. Que sejam eles, por enquanto, estranhos às minhas trevas, às minhas renúncias, à minha nesga de firmamento que o meu sofrimento me negou.
Não contes, para já, aos filhos dos nossos filhos como, acossada pela peleia entre a morte e a vida, pedra a pedra, angústia a angústia, dentro de mim um eremitério construí. Refrigério de esmigalhadas forças em esforçados sorrisos, alento, alor para seus pais, nossos filhos..."
….
Este texto de Maria da Piedade Barroso Martins, autora inédita, chegou-me sem título. Atrevi-me a baptizá-lo " O cântico das marés", partilho-o com a emoção que provoca um texto  desta qualidade.

martes, 10 de enero de 2017

POPULISMO vs. DEMAGOGIA, o el juego de los significados de las palabras.

     Como se puede utilizar y tergiversar el lenguaje y a base de repetir una idea muchas veces confundir con el significado de una palabra. Peña Nieto y Obama lo explican de dos formas diferentes, para que cada uno la utilice como quiera.
      No  es un mal concepto ser populista. Tampoco no es un mal concepto ser antipopulista.  Es un mal concepto ser demagogo, No todos los populistas "per se"  tienen que ser  demagogos, pueden serlo, pero la demagogía, populismo aparte, está y puede estar bien presente en  gobernantes  con imagen de conservadores y de "bien pensantes". Algunas campañas electorales de los que no se consideran  populistas son claramente demagógicas, que se asume por  sus mismos votantes que llevan propuestas o deseos que  son  un   brindis al sol , que  de forma cínica se sabe que no se van a cumplir.  Demagogia + populismo = demagogia+stablisment  . Todo ello =   0.  Porque la demagogia es lo que  es nefasto y es el engaño a sabiendas con intención clara de manipular al votante y al ciudadano y tiene una relación directa con la mentira y la falta de transparencia. 
   La demagogia del griego  demos (pueblo ) y ago (dirigir) fue definida por Aristóteles  como forma corrupta degenerada de  la democracia. El demaogo es un adulador del pueblo  que la da máxima importancia a los sentimientos fáciles del pueblo y  orienta  su acción política hacia estos sentimientos. La demagogia tiende a un régimen autoritario oligárquico.  
        Por cierto la  manipulación de las palabras es un forma de ejercer la demagogia. 

lunes, 9 de enero de 2017

PRIMARIO PARA PRIMARIOS: Trump, y en el ensayo de un nuevo orden mundial en lo económico a realizar en México.


Este artículo de El País,   de Antonio Navalón  se interroga sobre los nuevos retos del nuevo jefe internacional de USA el retador Trump.  México puede ser el conejillo de indias en el ámbito económico internacional para probar la fuerza del proteccionismo americano y su lucha contra el gigante China. Al mismo tiempo el control de la emigración  y el libre comercio.  El articulista hace analogía de lo que puede ser México  con la situación de España en la guerra civil que fue un ensayo para las potencias europeas que después acabarían llevando trágicamente a  la práctica. 
     De triunfar las tesis de Trump en contra de el libre comercio pueden generarse nuevas fuerzas de intereses en el mundo, tal vez ya superadas, y la vuelta a una cierta autarquía  económica. 
      Acabaremos siempre haciendo la misma pregunta en lo que respecta a Trump , ¿ es tan listo y tan genio este hombre que hace dudar a los propios repúblicanos, o es tonto  y engreido que no sabe ni pensar?.   A nadie se le ocurrió  decirle a los fabricantes de coches que fabriquen los conches en América y no en México. Parece que a nadie, cuando parece una reflexión de barra de  bar del iluminado de turno que en la segunda cerveza sentencia que el lo alegraba todo prohibiendo que se fabricase en México y punto, con una salvedad el iluminado del bar  se va a dormir y a currar al día siguiente pero cuando lo dice Trump es diferente porque es el jefe de las decisiones de la primera potencia mundial. 
            Así pues como esas tenemos , nos  gusta preguntar  si este hombre se ha preguntado porque  cual es la razón de producir en México y que el le vende a México otras cosas etc. y que romper el orden internacional de los tratados económicos y el libre comercio hoy día, tal vez sea misión imposible, porque USA aparte de muy rica no está sola en el mundo y es rica por eso por no estar sola en el mundo, porque compra pero sobre todo vende. ¿ Y  que va a hacer con los chinos? Unirse a Putin y entre los dos hacer fuerza, supongo, pero es que los chinos son los que han prestado y prestan el dinero del mundo, incluidos a los americanos. A los mejor no es  tan fácil  como decir que no les va a comprar nada a los chinos. 
           ¿No estaremos en un  lenguaje de  PRIMARIO PARA PRIMARIOS ?. 
            Más a más, como diría un catalán, va  a resolver el problema de Yijadismo de la noche a la mañana , como dice, con cuatro  bombas. ¿Estaremos locos o que?. 
          
            Porque si alguno se cree que hablar de esto es ciencia ficción de hablar por hablar creo que  estaría equivocado, es tal el nivel de globalización   que  una decisión   de un país como USA para nosotros puede traer beneficios y prejuicios  inmediatos. Piensese en el precio del petróleo, en la crisis financiera, en el control de los alimentos   etc. etc.
              Pero  podemos estar equivocados,  y así  otros lo ven de otra manera o al menos lanzan el desideratum de que no todo será de esa manera, así en Tempo Contado  noso blog amigo,lanzan esa pregunta , ¿ Y si Trump acertase?. 

          Buenas noches y buena suerte, el mañana nos acabará descubriendo las dudas que tenemos hoy, lo malo pueden ser los efectos colaterales. 


domingo, 8 de enero de 2017

Las redes sociales y los consejos morales que nos damos unos a otros, de forma indirecta. Unas píldoras de moralina para el nuevo año. Para no perder la costumbre.



 Hoy no somos tanto de directores espirituales, de ir a la Iglesia, de  consejos de los profesores, pero en el fondo, noto yo como en la nueva agora de las redes sociales, muy especialmente el facebook, las personas gustan de mostrar y recibir frases lindas, redondas llenas de buenas intenciones y príncipios. 
          Son frases rotundas que  en el fondo cada uno aprovechamos como nos conviene a nosotros, y en el fondo aveces pueden parecer el mostrar a los demás  un poco de autocomplacencia y autojustificación de lo que nos pasa. La verdad o mejor la realidad es que  ya sea por un motivo u otro psicoanalítico es que es real día a día. Es un vicio sano  o mejor costumbre que practicamos más o menos la mayoría del personal. A veces parecen mensajes subliminales de estados de  ánimo, gritos  de socorro a la inmensidad de  los otros que están ahí ávidos de  sentir un nuevo impulso en sus vidas y oh maravilla nosotros  lo hemos encontrado  de parte de otro que también se lo pasó no se quién y lo lanzamos diciendo,  esto, esto es lo que yo pienso o lo que siento y así debe ser el mundo, yo soy de los que pensamos así  y quiero que me veis así.  
     
    No critico esa actitud, la comparto, y la practico, poco,  pero si algo. No la critico, la comprendo y creo que hace bien a las personas, solo alerto de la autocomplacencia en el sentido de que  uno se crea  como el bueno del buen deseo, que por  poner algo tan bello, uno ya es así. Todos tenemos algo de todo y somos caminantes que caen y se levantan. No obstante la mayoría de los mensajes que uno lee son consejos de buenas  intenciones de mejorar en conducta, en ánimo y de actitud ante la vida,lo cual es muy positivo y muy bueno. 
     
     Es curioso y puede ser verdad que el hombre haya huido del consejo espiritual, de la charla de Iglesia y se haya querido liberar del mandato moral, pero necesite de verdad el consejo, la empatía y el reconocimiento de los otros. Será tal vez la nueva guía moral, la que en grupo practicamos  en las redes sociales. Tal vez sea muy positivo todo eso, pensemos que si. ¿ Y que daño puede hacer el que te digan que en cada uno está el secreto de la felicidad, o que en las cosas pequeñas está la explicación de la complejidad del mundo etc. ? ningún daño. Sigan mandando consejos y  estados de ánimo, que  aunque solo ayude a uno solo de los que los leen ya está el  beneficio conseguido. 

      En realidad no hemos inventado nada, pues pensemos que nuestros abuelos, analfabetos algunos, tenían su sabiduría concentrada en el refrán que no era más que frases bien entrelazadas  que de forma sonora y breve marcaban un modo de actuar ante la vida y la moral. Unas eran asertivas   y explicativas de la realidad  y otras nos marcaban el camino  a seguir ante ciertas actitudes ante la vida. O sea que estamos en donde estabamos, en el buen camino. Y el refrán era la biblia laica del pueblo que  quería predicar su moral y estaba hecho por el boca a boca de los   caminantes de la vida. 

         Es cierto que hay que tener cuidado  con no hacer de esto el mito de los libros de autoayuda, semipsicológicos, que fueron tan famosos en Estados Unidos y después aquí. Pero eso lo dejamos para otro día. 

        Como lo mejor es predicar con el ejemplo  ahí va un pequeño elenco robado de los blogs de sevachs, llenso de  consejos maravillosos  para progresar en la vida.  
sigan o sigamos dandonos moral, consejos y comprensión unos a otros, pero eso si, no sólo en las redes sociales sino también en el  face a face y no sólo en el facebook. ( aunque de esto hablaremos otro día. Lo de es el amigo del facebook amigo o que es realmente.?.   Se puede compartir todo los días en el  facebook y no ser capaz de hablar en la realidad?.... queda pendiente )



     Aprendiendo de quién sabe,  delajusticia.com

 Novos desejos para un novo ano:   25 hábitos de las personas alegres.


UNOS CONSEJOS DE AMIGO. 
 

sábado, 7 de enero de 2017

Morreu Mario Soares

       Aquí nesta foto paseia com Alvaro Cunhal  pela rua en manifestação no 25 de abril.

Tinha noventa y dois anos. Ocupa  um lugar  destacado na historia de Portugal. Foi um  primeiro actor da historia democrática contemporánea de Portugal.
    Con noventa y dois anos viviu  e trabalhou na historia contemporánea de Portugal, é um símbolo dos novos tempos que deixaram atràs o Salazarismo e a dictadura do  Estado Novo.  A través da criação do  PS foi lider dos socialistas, primeiro ministro e presidente da República. Até faz pouco tempo estava presente no debate politico e opinava de forma veemente de qualquer tema. Defendeu públicamente e visitou a José Sócrates quando esteve na cadeia suspeito de corrupção.
     O seu falar era franco, e as vezes dito por ele,  desabrido.

    Vela-aquí uma r ememoração da sua vida, no Expresso. 

Mal comezo de ano. Enfados. Trump contra a Cia e a NSA. Baltasar deixa o grupo dos reis Magos. Don José ( o dos palhaços da tele denuncia a don Pepito por allanamento -invasão de morada)

      O ano comeza com enfados varios. Vai ser um ano complicado, pois. vexamos. 
     

Trump contra a Cia e a NSA


O amigo Donald Trump a quen alguns xa chamávamos Donald TRAMPAS, esta moi enoxado cos espías porque dicen que os rusos espiaron os americanos para favorecer a su campaña elitoral. A cousa é pra estar enfadado e pra tremer também,porque que  que todos os espiões estejam contra ti e pra tremer e muito. 
( na foto está o Norcoreano Kim-jo-nun, um prenda de caralho)

  Baltasar deixa  o grupo dos reis Magos.


    Por outro lado a mala noticia de que Baltasar deixa os Reis Magos e que o próximo ano andara por livre. Comunicoullo os outros dous no grupo de Wasap que tenhem em conjunto. E dixo que quer probar por conta propria, que vai repartir ele só  os joguetes. Ja varios programas de Tv. estão a oferece-lhe minutos.  Um dos motivos fundamentais é que Baltasar é partidario de ponher publicidade nas prendas de regalo e nos fatos dos reis e nos  rumiantes mamíferos que os acompanham os chamados  camelos


Don José  ( o dos palhaços da tele denuncia a don Pepito por allanamento-invasão de morada)


Também a noticia de que don José o da canção dos paiasos da tele ( Gaby , fofo e Miliki) denuncia a Don pepito por allanamento de morada.    Recordemos que a canção dizia aquelo de   ( hola don Pepito, hola don José, pasó vd. por mi casa , por su casa yo pasé. )   co tempo enfadaron-se e don José amarraou-se as palavras de don Pepito coma proba objectiva de que entrou na sua morada sem a licença correspondente e por tanto cometendo um ilícito penal punido pela lei que proteje o dereito fundamental da intimidade, sendo o fogar familiar a expressão mais visivel do direito a intimidade.

viernes, 6 de enero de 2017

Quo vadisBorrel? . Quo vadis Psoe?

           

 Dos noticias para leer juntas. 

  Esto decía Borrel el 30/9/2016 y que tanto gustó a la gente. 

 Entrevista en la Ser  ha Josep Borrell.  Síntesis, sinceridad, clarividencia.



Han puesto en marcha  un proceso que no pueden parar. Solo existe el Congreso extraordinario que nombre un nuevo Secretario General. Convocar un congreso federal con una moción de censura.

Madina tendrá que salir de su indefinición. no se escondan bajo el ala, que quieren hacer, no vayan contando lo que no dicen en el Comité Federal. No existe ninguna gestora. Los estatutos no hablan  de  gestora.





 Esto le dicen hoy . 


A fecha de hoy esto es lo que hay.   Susana Diaz maneja un dossier sobre Borrell  por si entra en campaña.